terça-feira, 25 de novembro de 2008

Primeiro conto

Aqui está o meu primeiro conto. Coloquei a versão resumida, pois a original ficaria muito grande em um post. Quem quiser ler a versão original, eu a coloquei em um site para download, segue o link: http://www.megaupload.com/pt/?d=5YBR3FT9

Batalha contra lobos
(Resumido)


Os primeiros raios de sol aparecem no horizonte e começam a clarear mais um dia que, provavelmente, seria calmo e tranquilo. Quando acordei fiz o mesmo de todos os dias, tomei um banho, vesti minha armadura e fui para o Forte Silcon II Norte, onde deveria permanecer à tarde para proteger o local. Fui escolhido para passar a noite lá, por causa de meu atraso, fato que André fez questão de realçar.

Quando o sol sumia no horizonte e os guerreiros já estavam prontos para ir embora, exceto Tomás e eu que iríamos passar a noite no forte, ouvimos um uivo vindo de longe. Lobos não eram comuns naquela região. Faria subiu para verificar e estacou. Perguntei o que era, ele não respondeu. Perguntei novamente, desta vez gritando. Ele se virou para mim e disse: “Lobos... muitos lobos... enormes... gigantes!”. Eu não acreditei. Subi para confirmar, e lá estava, uma matilha de lobos vindo em nossa direção. Então gritei: “Preparar para combate!”.

André e Tomás pegaram os arcos e flechas. Os lobos eram resistentes, foram precisas oito flechas certeiras para o primeiro lobo ir ao chão.

Em pouco tempo a porta do forte, infelizmente feita de madeira, estava destruída. Dois lobos entraram. Faria e eu já estávamos com as espadas nas mãos, preparados para o combate. O primeiro deles me subestimou, cortei seu focinho e ao levantar retirei muito sangue de sua pata, fazendo-o ir ao chão no mesmo instante em que uma flecha perfurava seu pescoço. Finquei-lhe a espada para matá-lo e acabar com seu sofrimento. Enquanto isso Faria cravava a espada no peito de um lobo que havia caído sobre ele.

De algum jeito, um deles escalou o forte e entrou pela janela, saindo atrás de André e Tomás que atiravam flechas nos lobos que entravam pela porta. O monstro abocanhou Tomás que nem teve tempo de saber o que estava acontecendo. André fincou a muitas vezes a espada no lobo, mas quando ele tombou Tomás também já tinha falecido.

Assistindo a tudo isso o medo aumenta. Distraído não vi um dos lobos vindo ao meu encontro. Ele bateu em mim com sua cabeça enorme. Eu fui jogado longe e sem minha espada que escapou de minha mão no impacto. O monstro levantava sua pata para finalizar comigo quando, milagrosamente, uma espada desceu em seu pescoço, fazendo o animal parar. A espada desceu novamente matando o lobo que caiu sobre mim. Quando me livrei do corpo pesado, vi uma cena que transformou meu sorriso em lágrimas. Havia quatro lobos na escada e barrando a porta havia mais dois. Nós estávamos cercados. Eles avançavam devagar com um ar de vitória.

Um vento frio entrou pela porta trazendo um falcão que pousou em meu ombro. O falcão era grande amigo de Ricardo, um dos guerreiros mais experientes de Silcon. Fiquei feliz novamente. Nosso desespero não nos deixou ouvir os cavalos. Rapidamente os lobos na porta foram mortos e pela passagem aberta vieram três figuras. Estávamos salvos. Juntos de nossos novos companheiros os quatro lobos restantes foram facilmente derrotados.


(Felipe Andrade)

2 comentários:

Unknown disse...

:) ja tinha lido a história (neah) entãaao, parabens ^^

Unknown disse...

ficooou mto boa mesmo, continua escrevendooo hein ;DD...
up comentarioos